Renato faz elogios ao Cuiabá, diz que mandou mensagem a Dome e fala até da saída de Eduardo Coudet

Crédito: Foto: Reprodução/YouTube

Vitória importante, fora de casa, com a volta sendo na Arena… mas nada de dar a classificação como garantida, conforme entrevista coletiva do técnico Renato Portaluppi nesta quarta-feira, após o 2×1 sobre o Cuiabá, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.

A volta, na Arena, já acontece na semana que vem, quarta-feira, com o Grêmio podendo empatar para avançar.

“O Cuiabá vem muito bem. Eliminou o Botafogo. Não tem mais bobo no futebol. O Grêmio vai jogar (na volta) para vencer o jogo, como sempre jogou. Não vamos esquecer do adversário, que tem a sua qualidade e é a surpresa da Copa do Brasil junto com o América-MG. Você não pode se atirar de qualquer jeito. Tivemos chances de fazer mais, de matar o jogo, acabou ficando o placar mínimo. Mas é um jogo de mata-mata e temos mais 90 minutos, mas dessa vez é dentro da nossa Arena”, disse o treinador.

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Os gols gremistas foram feitos por Diego Souza e Jean Pyerre, de pênalti.

Treinadores que saíram são analisados por Renato

Renato aproveitou a coletiva para analisar e desabafar as críticas que os treinadores brasileiros têm recebido. E revelou ter mandado mensagem para Domenec Torrent após a sua demissão do Flamengo:

“O Dome eu admiro bastante, mandei mensagem pra ele, fiquei triste, mas é problema do Flamengo. Se os estrangeiros não derem resultado como o Jesus deu, eles serão mandados embora. Aqui no Brasil não se tem paciência. Com o brasileiro é assim e com o estrangeiro também. E eles têm o problema de adaptação, língua, calendário. E muitos treinadores brasileiros querem imitar os europeus. Mas você não tem que ficar inventando ou copiando. Se é pra imitar os europeus, os brasileiros vão perder o espaço. Quantos títulos mundiais o Brasil tem? Então por que o Brasil tem copiar tudo lá de fora. Tem coisas de lá que eu acho erradas”, declarou.

O comandante gremista também falou do pedido de demissão de Eduardo Coudet, que trabalhava no rival Inter:

“Aqui não se tem paciência. Infelizmente, toda hora querem que o seu time ganhe. E ninguém tem paciência. É fácil de criticar, criticar, criticar. Todos têm problemas, e com essa pandemia todos querem descarregar no futebol. E vai pras redes sociais. Choveu, a culpa é do treinador. Faltou luz, a culpa é do treinador. Tem sol, a culpa é do treinador. Tudo é o treinador. Aí o treinador pede pra ir embora e não pode. Não pode por que? Pode, claro que pode. A gente viu a decisão do Coudet de sair, é um direito dele. É muito massacre da imprensa, das críticas, fica muito difícil”, lamentou.

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